PROJECTO DE VERÃO

Exercício de Escuta - Open Call

O projeto CRETA está à procura de adolescentes e jovens adultos para um projeto ligado às artes performativas. O desafio que lançamos é o de ao longo de duas semanas de trabalho no verão com as atrizes Sofia Moura e Joana Martins, abordarem manifestos políticos do ponto de vista da sua argumentação e oratória. No final, em duas sessões públicas, partilhamos o resultado destes encontros.

 

PERÍODOS DE TRABALHO

1, 2, 5, 7 de Setembro, 15h-18h – Trabalho e ensaios com Sofia Moura
9 de Setembro, 10h-13h; 15h-18h – Trabalho e ensaios com Sofia Moura
10, 11 de Setembro, horário a definir – Apresentação pública

5, 12 e 19 de Novembro,14h30-19h00- Trabalho e ensaios com Joana Martins
26 de Novembro, 10h00-13h00 – Trabalho e ensaios com Joana Martins
26 e 27 de Novembro, 16h – Apresentação pública

 

Esta atividade é gratuita e cada participante receberá dois livros, oferta da Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Sobre Joana Martins

Viseu, 1994. Joana Martins é intérprete e criadora de teatro, e docente de expressão dramática.
Em 2015, licenciou-se em Teatro e Artes Performativas, pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, onde trabalhou com encenadores como Filipe Crawford e Marcantónio del Carlo. Em 2017, tornou-se mestre em Teatro – especialização em Encenação e Interpretação – pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, onde desenvolveu o seu projeto de investigação “La Petite Mort”, uma cocriação com Diogo Freitas, sobre o silêncio como material cénico.
Co-fundou a estrutura colaborativa BANQUETE, de investigação e criação multidisciplinar em artes, da qual é investigadora e criadora associada.
Para televisão, já fez alguns trabalhos em publicidade e co-apresentou o programa “MTV Back to School” (2016).
Participou na websérie “Diários de uma Quarentena” (de Diogo Freitas e Filipe Gouveia, 2020) e em alguns videoclips.
Em Teatro, fez os seguintes trabalhos: “Isto não é uma praxe” (de Marcantónio del Carlo, 2014), “AD LUCEM…” (criação coletiva: BANQUETE, 2019), “VERSA” (criação coletiva: BANQUETE, 2019), “Os Guardas do Museu de Bagdad” (a partir da peça de José Peixoto, com encenação de Graeme Pulleyn), com os formatos de leitura encenada (2019), espetáculo oficina (2019) e espetáculo (2020), “Democracy Has Been Detected” (de Diogo Freitas e Filipe Gouveia, 2020), “Esperar até Abril é morrer” (de Gabriel Gomes, 2020), “Dilúvio” (de Diogo Freitas e Filipe Gouveia, 2020) e o projeto “Diálogos” (criação com Joana Pupo, 2020).

Sobre Sofia Moura

Sofia Moura (n. em 1991) estudou Teatro (Interpretação) na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (2009-2012), com mestrado em Teatro Música na Royal Central School of Speech and Drama em Londres (2013). Tem a Pós- Graduação em Dança Contemporânea da ESMAE e o curso de Animadores Musicais da Casa da Música no Porto. Conclui atualmente o Mestrado em Filosofia na Universidade de Coimbra. É professora de teatro na escola Lugar Presente e formadora do Programa de Educação Estética e Artística da DGE. Créditos recentes enquanto atriz e/ou criadora/dramaturga incluem O Peso da Pele; a performance Solitude; Deixa-me Contar Antes que Esqueça, Kamarád e Península, da sua companhia Mochos no Telhado; Milésima primeira noite com texto de Guilherme Gomes; As memórias do meu pai na rádio do meu tio e Pelo Andar da Carruagem, do Teatro do Montemuro, Não e Medronho – Mulheres da Serra, encenado por Giacomo Scalisi, Fluxodrama encenado por Fernando Giestas, Companhia Amarelo Silvestre; Numa Natureza Morta e First Set com a companhia ArDemente; Os Guardas do Museu de Bagdad encenado por Graeme Pulleyn; Aqui Começa o Mundo – uma encomenda do Teatro Viriato; O Presente de César – Quem vai para o mar não volta à terra, encenada por Giacomo Scalisi, uma produção do Teatro Viriato; Labirinto de Graeme Pulleyn, Rede Artéria do Teatrão; Teatro das Compras de Giacomo Scalisi no Teatro Viriato; Este Corpo Casa, espetáculo de teatro-dança, Quinzena de Dança de Almada; Mina da Companhia Amarelo Silvestre de Rafaela Santos; Noite com as Comédias do Minho de Graeme Pulleyn. Fez também assistência de encenação à produção I da ESMAE – A guerra para acabar com todas as guerras, bem como ao projeto Kcena no Teatro Viriato. Em Inglaterra onde residiu durante três anos integrou diversas peças (Henry V, Are You Awake?, Timon of Athens, Chances, Richard II, Comedy of Errors, etc…) e curtas e longas metragens (One Way, Deadly Seeds, Hamlet, Orpheus’ Lament).

Inscrição