Água Nova Para as Mesmas Margens: Segunda das Sete Cartas a um Jovem Filósofo

Água Nova Para as Mesmas Margens

Quarta das "Sete Cartas a um Jovem Filósofo"

Em Discussão

"Sete Cartas a um Jovem Filósofo"
de Agostinho da Silva

Quando

30 de Novembro, 2019
17h30

Onde

Biblioteca Municipal de Viseu

Regressamos a Agostinho da Silva e às suas cartas a um jovem filósofo para tentar compreender um pouco melhor a tarefa de quem, como Bohumil Hrabal diz, tenta fazer uma cada vez melhor descrição do mundo.
Desta vez, vamos conhecer a leitura de três pessoas que poderiam muito bem ser o jovem filósofo a que Agostinho se dirige. Cada um à sua maneira, todos tentam fazer a descrição do mundo. Por isso os convidámos, e por isso vos convidamos a ouvir as suas respostas ao mestre Agostinho.
Esta é a segunda sessão de Água Nova para as Mesmas Margens, em 2019 com intervenções de Gonçalo Alegre, Liliana Castilho, e Sónia Sobral, e moderação de Guilherme Gomes.

com a participação de

Gonçalo Alegre
Gonçalo Alegre é natural de Mangualde, nascido a 12 de Julho de 1988. Autodidata até aos 17 anos, decide iniciar os estudos em Baixo-Elétrico e Contrabaixo na variante de Jazz, na cidade do Porto em 2005 e mais tarde ingressa no curso de música no ISEIT em Viseu – Licenciatura de Instrumento – Contrabaixo – variante Clássica, que conclui em 2014. Entre Janeiro e Maio de 2015 trabalha com o produtor Tim Tautorat nos Hansa TonStudios – Berlim.

Foi estudante de Composição com o Compositor Filipe Carlos Vieira durante o ano de 2016 e no mesmo ano dá início a Galo Cant’Às Duas com Hugo Cardoso. Ainda em 2016 grava o primeiro trabalho discográfico de Galo Cant’Às Duas no estúdio Haus em Lisboa, distribuído pela Sony Music e editado pela Blitz Records em Marco de 2017. Produz em 2017 nos estúdios Namouche – Lisboa – o disco de estreia “Contigo” de Pedro Branco, filho de José Mário Branco. Grava o segundo disco de originais com Galo Cant’Às Duas em Agosto de 2018, Cabo da Boa Esperança, distribuído pela Sony editado em Janeiro de 2019, disco apoiado pela dgARTES.

Participou em vários coletivos dos quais se destacam a Orquestra Barroca do ISEIT, Orquestra Ligeira de Gouveia, Mater Fogo, Teatro do Montemuro, Cineclub de Viseu. Atualmente trabalha nos projetos Galo Cant’Às Duas e Sr. Jorge.

Sónia Valverde Sobral
Natural de Sarzeda, Sernancelhe, distrito de Viseu, Sónia Sobral nasceu em 1993 e  iniciou o estudo do Acordeão aos 7 anos, na Associação de Acordeonistas do Távora e Douro Sul. Estudou no Conservatório Regional de Música em Viseu, sob a docência do Professor Nuno Silva e foi depois admitida, em 2011, na Universidade de Aveiro, no Curso Superior de Música, na classe do Professor Abel Moura. Estudou posteriormente na Estonian Academy of Music and Theatre em Tallinn, em 2015/2016, com a professora Sirje Mõttus. Terminou o Mestrado em Ensino de Música na UA, em 2017, com o tema “A Aplicação de Processos Criativos  como Complemento Pedagógico na Construção de Competências Técnico Performativas no Acordeão” como projeto de investigação, ao qual obteve a classificação de 19 valores. Estudou também jazz, músicas do mundo e  improvisação em 2017/2018, no Curso Creative World Music, na ESTAL em Lisboa, com os Professores Pedro Madaleno e João Frade.

Participou em masterclasses e workshops orientadas por músicos e professores de renome internacional e obteve alguns prémios em concursos de Acordeão. Integrou a Orquestra de Acordeões de Viseu, projetos como Prana, Fado Jazz e Toques do Caramulo, tocou como solista com a Filarmónica Ressurreição de  Mira, integrou The Troublemaker, dirige, desde 2010, o grupo de música tradicional Teletuna e integra o novo projeto da d’Orfeu, Canções Difíceis Fáceis de Saber. Realiza concertos em diversas salas do país, em conceituados festivais de música com o projeto Reportório Osório desde 2013, passando já pela Ilha de Santiago, em Cabo Verde (em 2015 e 2019), no Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul (em 2016) e ainda em Porto Alegre, no Brasil (já em 2018), onde integrou também o espetáculo brasileiro Sbornia Kontratacka.

Fez uma participação no TEDx em Aveiro em 2015, com o projeto de música de câmara Tangueiros. Participou nas gravações do audiobook de “Mensagem de Fernando Pessoa” (2012) de Guilherme Gomes, e nos discos “Canções de umor” (2014) do Reportório Osório e “Mexe!” dos Toques do Caramulo (2017). Mais recentemente participou numa residência artística em Venosa, Itália, no laboratório de música Suoni de Pietra, onde integrou a Orquestra Matera 2019, dirigida por Carlo Goldstein.

Integra a d’Orfeu AC como artista, leciona na Associação de Acordeonistas do Távora e Douro Sul, em S. J. da Pesqueira, na Escola de Dança Lugar Presente em Viseu e na Escola Profissional da Serra da Estrela.

Na Biblioteca Municipal de Viseu

Água Nova Para as Mesmas Margens: Primeira das Sete Cartas a um Jovem Filósofo

Água Nova Para as Mesmas Margens

Primeira das "Sete Cartas a um Jovem Filósofo"

Em Discussão

"Sete Cartas a um Jovem Filósofo"
de Agostinho da Silva

Quando

28 de Setembro, 2019
16h00

Onde

Escola Secundária
Alves Martins

Para as edições de Água Nova para as Mesmas Margens em Viseu, optámos por ler as cartas que o professor Agostinho da Silva escreveu, assinando José Navarro, a um jovem filósofo. A primeira das cartas é uma espécie de discurso inaugural. É conhecido que o professor dizia que não nascemos para trabalhar, mas para ser poetas. Pois esta carta soa a uma aproximação da sensibilidade poética. Convidámos duas pessoas cujo percurso de alguma forma se aproxima do que nesta carta está escrito, sempre pensando na relação com a poesia; e como estará presente no trabalho de uma arquitecta, ou de uma artista plástica, ou de uma chef de cozinha.

com a participação de

Mariana Pereira
O meu nome é Mariana sou de Viseu onde me desencontrei durante 18 anos. Já vivi em Roma e em Coimbra. Já vivi em desertos e num campo onde conheci uma raposa, nunca vivi nas estrelas nem nos asteróides mas costumo sonhar com eles.

Durante o meu percurso enquanto estudante de arquitectura tentei ter uma ligação à mesma através de uma vertente teórica e antropológica numa vontade de entender e justificar esta área no quotidiano de cada um de nós, mas, acima de tudo, no meu dia-a-dia.

Um disparate, não há que tentar justificar coisa nenhuma.
Actualmente, com 25 anos, vivo em Lisboa, dizem-me arquitecta por cá.
Um destes dias arranjo um veleiro e decido-me pelo mediterrâneo.

Rosário Pinheiro
Viseu 1988
Designer, ilustradora e cozinheira.
Cresceu 4cm aos 23 anos.

Na Escola Secundária Alves Martins