Clube de Leitura de Peças de Teatro: Sarah Kane

Clube de Leitura de Peças de Teatro

Ruínas

Em Estudo

Ruínas
de Sarah Kane

Quando

8 de Setembro, 2020
21h00

Onde

Incubadora
e Sala Online

Ao longo do ano tiramos alguns dias para ler e discutir uma obra da dramaturgia mundial. Ler para imaginar as soluções possíveis para o texto quando posto em cena. No fundo, trabalho de mesa em que antecipamos o momento de “levantar” o espectáculo. Antes de os actores pisarem o palco, pisa-o a nossa imaginação e a investigação sobre os elementos dramatúrgicos. Talvez a leitura de um texto de teatro se confunda com o exercício de o reescrever, traduzi-lo, pelo menos, numa nova linguagem. O que se propõe nestes encontros é, portanto, o estudo aprofundado das obras, e a estimulação das soluções criativas para as colocar em cena.

sobre a obra

Não é uma leitura fácil. Sarah Kane, dramaturga britânica, autora de uma obra que, apesar de pouco extensa rapidamente se tornou uma espécie de clássico moderno. Marcada pela violência, tanto de imagens convocadas como de palavras usadas, as peças de Sarah Kane denunciam um mundo em ruínas, precisamente; cruel, violento, desolador. Ruínas (Blasted) é a sua peça inaugural.

Incubadora do Centro Histórico

Clube de Leitura de Peças de Teatro: Enda Walsh

Clube de Leitura de Peças de Teatro

Enda Walsh

Em Estudo

A Farsa da Rua W
de Enda Walsh

Quando

18 de Agosto, 2020
21h00

Onde

Claustros da Sé de Viseu
e Sala Online

Ao longo do ano tiramos alguns dias para ler e discutir uma obra da dramaturgia mundial. Ler para imaginar as soluções possíveis para o texto quando posto em cena. No fundo, trabalho de mesa em que antecipamos o momento de “levantar” o espectáculo. Antes de os actores pisarem o palco, pisa-o a nossa imaginação e a investigação sobre os elementos dramatúrgicos. Talvez a leitura de um texto de teatro se confunda com o exercício de o reescrever, traduzi-lo, pelo menos, numa nova linguagem. O que se propõe nestes encontros é, portanto, o estudo aprofundado das obras, e a estimulação das soluções criativas para as colocar em cena.

sobre a obra

Deste dramaturgo irlandês, “A Farsa da Rua W.”, de 2006, é uma entusiasmante tragicomédia, como que conheceu uma encenação extraordinária pelos Artistas Unidos.

Claustros da Sé de Viseu

Clube de Leitura de Peças de Teatro: Jenny Schwartz

Clube de Leitura de Peças de Teatro

A Orelha de Deus

Em Estudo

A Orelha de Deus
de Jenny Schwartz

Quando

14 de Julho, 2020
21h00

Onde

Claustros da Sé de Viseu
e Sala Online

Ao longo do ano tiramos alguns dias para ler e discutir uma obra da dramaturgia mundial. Ler para imaginar as soluções possíveis para o texto quando posto em cena. No fundo, trabalho de mesa em que antecipamos o momento de “levantar” o espectáculo. Antes de os actores pisarem o palco, pisa-o a nossa imaginação e a investigação sobre os elementos dramatúrgicos. Talvez a leitura de um texto de teatro se confunda com o exercício de o reescrever, traduzi-lo, pelo menos, numa nova linguagem. O que se propõe nestes encontros é, portanto, o estudo aprofundado das obras, e a estimulação das soluções criativas para as colocar em cena.

sobre a obra

Jenny Schwartz (1973) é uma dramaturga sediada em Nova Iorque. “A Orelha de Deus”, de 2008, é muitas vezes descrito como uma torrente de palavras sobre como suportar o insuportável. Em diálogos com uma inquietante economia de palavras, a informação chega-nos de maneira crua. Senão, vejamos: “Ele está em coma. Está ligado à máquina.” – é assim que começa.

Claustros da Sé de Viseu

Clube de Leitura de Peças de Teatro: Vinicius de Moraes

Clube de Leitura de Peças de Teatro

Orfeu da Conceição

Em Estudo

Orfeu da Conceição
de Vinicius de Moraes

Quando

9 de Junho, 2020
21h00

Onde

Claustros da Sé de Viseu
e Sala Online

Ao longo do ano tiramos alguns dias para ler e discutir uma obra da dramaturgia mundial. Ler para imaginar as soluções possíveis para o texto quando posto em cena. No fundo, trabalho de mesa em que antecipamos o momento de “levantar” o espectáculo. Antes de os actores pisarem o palco, pisa-o a nossa imaginação e a investigação sobre os elementos dramatúrgicos. Talvez a leitura de um texto de teatro se confunda com o exercício de o reescrever, traduzi-lo, pelo menos, numa nova linguagem. O que se propõe nestes encontros é, portanto, o estudo aprofundado das obras, e a estimulação das soluções criativas para as colocar em cena.

sobre a obra

Vinicius de Moraes é um nome incontornável da música e poesia brasileira. O que talvez não seja tão conhecida é a sua faceta de dramaturgo. Ao longo da sua vida, Vinicius escreveu quatro peças de teatro. Orfeu da Conceição é uma delas. Nesta obra podemos encontras uma das mais bonitas falas escritas no teatro em língua portuguesa, o monólogo de Orfeu que Bethânia gravou. Esta peça é uma adaptação do mito de Orfeu para a realidade de uma favela do Rio de Janeiro. Uma história sobre o amor, a inveja, e sobre esta estranha força que é a poesia.

Claustros da Sé de Viseu

Clube de Leitura de Peças de Teatro: Karl Valentin

Clube de Leitura de Peças de Teatro

A Bizarra Salada e outros textos

Em Estudo

Selecção de textos
de Karl Valentin

Quando

12 de Maio, 2020
21h00

Onde

Sala
Online

Ao longo do ano tiramos alguns dias para ler e discutir uma obra da dramaturgia mundial. Ler para imaginar as soluções possíveis para o texto quando posto em cena. No fundo, trabalho de mesa em que antecipamos o momento de “levantar” o espectáculo. Antes de os actores pisarem o palco, pisa-o a nossa imaginação e a investigação sobre os elementos dramatúrgicos. Talvez a leitura de um texto de teatro se confunda com o exercício de o reescrever, traduzi-lo, pelo menos, numa nova linguagem. O que se propõe nestes encontros é, portanto, o estudo aprofundado das obras, e a estimulação das soluções criativas para as colocar em cena.

sobre a obra

“Porque estão os teatros vazios”, é um dos textos de Karl Valentin que escolhemos para esta sessão do clube de leitura de peças de teatro. De certa maneira, o facto de Valentin ter escrito este texto, justificaria por si só a escolha deste autor para uma sessão que acontece num momento em que estão os teatros fechados e, por consequência, vazios. Karl Valentin, autor obrigatório do estilo cómico, parece-nos boa companhia para o período de isolamento.

Numa Sala Online

Clube de Leitura de Peças de Teatro: Aquela Vez & Cadeira de Baloiço

Clube de Leitura de Peças de Teatro

Aquela Vez & Cadeira de Baloiço

Em Estudo

"Aquela Vez"
"Cadeira de Baloiço"
Samuel Beckett

Quando

5 de Novembro, 2019
21h00

Onde

CAVA
Rua D. Duarte, n.º 53

Ao longo do ano tiramos alguns dias para ler e discutir uma obra da dramaturgia mundial. Ler para imaginar as soluções possíveis para o texto quando posto em cena. No fundo, trabalho de mesa em que antecipamos o momento de “levantar” o espectáculo. Antes de os actores pisarem o palco, pisa-o a nossa imaginação e a investigação sobre os elementos dramatúrgicos. Talvez a leitura de um texto de teatro se confunda com o exercício de o reescrever, traduzi-lo, pelo menos, numa nova linguagem. O que se propõe nestes encontros é, portanto, o estudo aprofundado das obras, e a estimulação das soluções criativas para as colocar em cena.

sobre a obra

Samuel Beckett é um nome transformador. Ter nascido um dia, irlandês, um homem que tornou evidente os estilhaços do ser humano é coisa que, porque me parece essencial, chego a agradecer. Beckett, que admirou e se deixou moldar por James Joyce, compreendeu que também pela subtracção se escreve. Ler o teatro que escreveu, colocá-lo em cena, representar estes textos é das coisas mais entusiasmantes que se possam imaginar. O seu tom aparentemente enigmático parece-me fazer brilhar uma das mais belas dimensões do teatro: a contracena. Nesta edição do Clube de Leitura vamos procurar mergulhar em duas curtas peças do autor que, em pleno século XX, mudou a forma como se escreve teatro.

Na CAVA - Rua D. Duarte, n.º 53

Clube de Leitura de Peças de Teatro: O Despertar da Primavera

Clube de Leitura de Peças de Teatro

O Despertar da Primavera

Em Estudo

"O Despertar da Primavera"
Wedekind

Quando

3 de Setembro, 2019
21h00

Onde

CAVA
Rua D. Duarte, n.º 53

Ao longo do ano tiramos alguns dias para ler e discutir uma obra da dramaturgia mundial. Ler para imaginar as soluções possíveis para o texto quando posto em cena. No fundo, trabalho de mesa em que antecipamos o momento de “levantar” o espectáculo. Antes de os actores pisarem o palco, pisa-o a nossa imaginação e a investigação sobre os elementos dramatúrgicos. Talvez a leitura de um texto de teatro se confunda com o exercício de o reescrever, traduzi-lo, pelo menos, numa nova linguagem. O que se propõe nestes encontros é, portanto, o estudo aprofundado das obras, e a estimulação das soluções criativas para as colocar em cena.

sobre a obra

Era talvez primavera. Eu estava no parque do Museu do Teatro, no Lumiar. O dia estava limpo, e comecei por ler a biografia do autor. Estava sentado num banco de jardim, à sombra. E foi assim, numa espécie de onda rápida, ou como pano que se passa sobre uma mesa suja, que li o “Despertar da Primavera”, de Frank Wedekind. Íamos começar a ensaiar um outro texto dele, no Teatro da Cornucópia, e sempre me tinham falado do texto – prometendo que havia de ser o Teatro da Cidade, com o elenco que ainda o forma, a fazer aquelas personagens. Não foi; e talvez nunca o seja. Digo-o porque, e vamos perceber isso no clube de leitura, acho, este texto é o retrato brilhante de um momento doloroso, e há uma espécie de afinidade necessária para o fazer. Creio que as personagens que aqui estão retratadas têm de ser, de facto, miúdos. E sempre que penso neste texto penso em dores de crescimento, como se pudesse sentir a dor de ossos que crescem, carne que endurece, dentes que se endireitam, aquela estranha e comovente melancolia de um amor adolescente. As saudades do futuro. Este é um texto inevitável. Se eu mandasse, todos o leriam a certa altura. Há uma impressão de qualquer coisa essencial, e a sempiterna descrição das diferenças geracionais. Vivemos num mundo que não é para nós, herdamos regras que não nos servem. Estamos a descobrir o mundo; e o nosso olhar deve ser livre, devem ter lágrimas de espanto estes olhos virgens. Li-o, era talvez a primavera de 2016, e falo dele de memória: este texto que carrega consigo qualquer coisa de essencial.

– Guilherme Gomes

Frank Wedekind junta-se ao conjunto de autores da dramaturgia mundial que temos andando a ler no clube de leitura de peças de teatro, do projecto CRETA. Depois de August Strindberg, e Henrik Ibsen, a Wedekind ainda se há de juntar, em Novembro, Samuel Beckett.

Na CAVA - Rua D. Duarte, n.º 53

Clube de Leitura de Peças de Teatro: O Pequeno Eyolf

Clube de Leitura de Peças de Teatro

O Pequeno Eyolf

Em Estudo

"O Pequeno Eyolf"
Henrik Ibsen

Quando

16 Julho, 2019
21h00

Onde

CAVA
Rua D. Duarte, n.º 53

Ao longo do ano tiramos alguns dias para ler e discutir uma obra da dramaturgia mundial. Ler para imaginar as soluções possíveis para o texto quando posto em cena. No fundo, trabalho de mesa em que antecipamos o momento de “levantar” o espectáculo. Antes de os actores pisarem o palco, pisa-o a nossa imaginação e a investigação sobre os elementos dramatúrgicos. Talvez a leitura de um texto de teatro se confunda com o exercício de o reescrever, traduzi-lo, pelo menos, numa nova linguagem. O que se propõe nestes encontros é, portanto, o estudo aprofundado das obras, e a estimulação das soluções criativas para as colocar em cena.

sobre a obra

Desta vez, vamos ler “O Pequeno Eyolf”, de Henrik Ibsen, um texto muito bonito sobre a Responsabilidade Humana – tema a que não podemos ser alheios quando nos chegam fotografias e notícias de gente como nós que morre nas margens de um rio, ou no areal de uma praia – ou quando assistimos a uma alteração do clima tão evidente e transformadora como a que atravessamos.

Na CAVA - Rua D. Duarte, n.º 53

Clube de Leitura de Peças de Teatro: Pai

Clube de Leitura de Peças de Teatro

Pai

Em Estudo

"Pai"
August Strindberg

Quando

18 Junho, 2019
21h00

Onde

CAVA
Rua D. Duarte, n.º 53

Ao longo do ano tiramos alguns dias para ler e discutir uma obra da dramaturgia mundial. Ler para imaginar as soluções possíveis para o texto quando posto em cena. No fundo, trabalho de mesa em que antecipamos o momento de “levantar” o espectáculo. Antes de os actores pisarem o palco, pisa-o a nossa imaginação e a investigação sobre os elementos dramatúrgicos. Talvez a leitura de um texto de teatro se confunda com o exercício de o reescrever, traduzi-lo, pelo menos, numa nova linguagem. O que se propõe nestes encontros é, portanto, o estudo aprofundado das obras, e a estimulação das soluções criativas para as colocar em cena.

sobre a obra

Este mês estudamos “Pai”, de August Strindberg; uma peça em que assistimos à descrição de um ciúme, das dúvidas sobre a fidelidade numa relação.

Na CAVA - Rua D. Duarte, n.º 53